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Impermeabilização: drywall e áreas sujeitas à umidade

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Paredes e revestimentos em drywall instalados em áreas sujeita a umidade (banheiros, cozinhas e áreas de serviço) exigem impermeabilização de sua parte inferior, para evitar que o eventual contato com água empoçada danifique as chapas de gesso. Normalmente, nas áreas mencionadas, os sistemas drywall são executados com chapas RU (Resistentes à Umidade), que contêm em sua fórmula hidrofugantes. Essas chapas, embora resistam à umidade e a respingos, não são impermeáveis e, por isso, devem ter a face exposta à água adequadamente tratada.

Para a impermeabilização, podem ser utilizados os sistemas descritos nas normas técnicas da ABNT específicas para essa finalidade. Há várias opções, das quais três são as de uso mais comum: membranas de asfalto elastomérico (para aplicação a frio, uma vez que sistemas para aplicação a quente, com auxílio de maçarico, não são recomendados para chapas de gesso), membranas acrílicas e cimento polimérico.

O rodapé das áreas úmidas deve receber tratamento com um dos sistemas impermeabilizantes mencionados, o qual deve ser iniciado no piso, a cerca de 15 a 20 cm da parede e subindo por esta até pelo menos 20 cm de altura. Em áreas onde pode ocorrer a lavagem do piso, as paredes devem receber um tratamento que impeça a passagem da água sob a parede. Nesse caso, recomenda-se a utilização de um selante apropriado aplicado no espaço entre a chapa de gesso e o piso ou a colocação de um rodapé que garanta a estanqueidade nesses pontos. Feita a impermeabilização, a parede ou o revestimento podem receber qualquer tipo de acabamento, como cerâmica, pastilhas, mármore, granito, pintura à base de resina epóxi, etc. A Comissão Técnica da Associação Drywall conclui: “Não há qualquer risco em utilizar os sistemas drywall em áreas úmidas, desde que se tomem os cuidados essenciais de impermeabilização que, de resto, também são utilizados na alvenaria convencional”.

Foto: Blog engenharia

fonte: drywall.org

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Vantagens e aplicações do drywall

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São muitas as vantagens oferecidas pelo drywall – use sempre os serviços de um profissional especializado para obter os melhores resultados.

Rapidez e limpeza na montagem – Uma parede, um forro ou um revestimento em drywall é executado com muita rapidez e gera muito pouco entulho. Por exemplo, a montagem de uma parede divisória para a criação de um novo ambiente em uma casa ou apartamento demora apenas 24 a 48 horas. Nesse prazo, a parede estará pronta, com porta, tomadas e interruptores instalados, pronta para receber a pintura final.

Reformas fáceis – Em razão da rapidez e da limpeza na montagem dos sistemas drywall, reformar um imóvel ficou muito mais simples. E os sistemas drywall permitem soluções criativas, como uso de curvas, recortes para iluminação embutida e muito mais.

Manutenção e reparos – A mesma vantagem de rapidez e limpeza está presente na hora de se consertar um vazamento de água, por exemplo. Nesse caso, basta fazer com um serrote de ponta um pequeno recorte na chapa da parede, suficiente para permitir o conserto do encanamento, e depois fechar a parede com o mesmo pedaço de chapa. Um profissional especializado executa esse tipo de serviço em apenas um dia, sem o tradicional quebra-quebra das paredes comuns de tijolos ou blocos.

Precisão e qualidade de acabamento – Os sistemas drywall são precisos nas suas medidas e proporcionam uma qualidade de acabamento superficial única, perfeitamente lisa. Além disso, os sistemas drywall aceitam qualquer tipo de acabamento: pintura, textura, azulejos, pastilhas, mármore, granito, papel de parede, lambris de madeira, etc.

Isolamento de ruídos – Os sistemas drywall isolam melhor os sons e contribuem para tornar os ambientes mais confortáveis no que se refere à transmissão de ruídos.

Ganho de área útil – Como as paredes drywall são mais estreitas do que as de blocos ou tijolos, há um ganho na área útil. Esse ganho é de 5% aproximadamente. Por exemplo: em um apartamento de 100 m2, o ganho será de 5 m2, equivalente a 10 metros frontais de armários embutidos.


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O drywall pode solucionar problema de barulho?

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Em um apartamento, o som é transmitido pelo ar ou pela estrutura. As soluções diferem em cada caso.
O som aéreo, como o nome diz, é transmitido pelo ar. Entra no ambiente ou sai deste pelas portas e janelas e através das paredes, sejam ruídos externos, sejam gerados internamente, em corredores, saguões e apartamentos vizinhos. Para isolar o som transmitido através das paredes, podem ser utilizados revestimentos com drywall, que são mais eficazes quando montados sobre uma estrutura auxiliar e receberem lã mineral (de rocha ou de vidro) em seu interior. Porém, para completar, é necessário usar portas mais densas, bem vedadas em seu perímetro, e esquadrias e janelas específicas para isolar a passagem do som.
Quanto ao som transmitido pela estrutura, a vibração sonora é sentida no prédio inteiro. Percorre pilares, vigas e lajes e “invade” os ambientes. Uma furadeira acionada no primeiro andar pode ser ouvida no último como se estivesse muito próxima, o mesmo ocorrendo com elevadores e válvulas de descarga. Isso também acontece em menor escala com saltos de sapato batendo no piso do andar superior.
Revestimentos de paredes e forros rebaixados com drywall, mesmo com lã mineral em seu interior, podem atenuar o problema, mas não o resolverão por completo.

Por isso, antes de adotar uma solução, recomendamos que seja feita uma análise criteriosa, com o auxílio de um especialista na área, dos diferentes ruídos que causam incômodo e de como são transmitidos. A partir disso, será possível definir o conjunto de medidas necessárias para promover o desejado conforto acústico em sua residência.

Fonte: drywall.org


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Sistemas Drywall facilitam montagem de home theater

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As propriedades acústicas dos sistemas drywall, aliadas à sua leveza, flexibilidade e facilidade e rapidez de montagem, fizeram com que se tornasse uma das soluções preferidas por quem deseja montar um home theater em uma casa ou apartamento. Segundo o Eng. Carlos Roberto de Luca, da Comissão Técnica da Associação Brasileira dos Fabricantes de Chapas para Drywall, “tanto para a criação de um novo aposento específico para esse fim como para o aproveitamento de um aposento já existente, o drywall é a resposta mais indicada”. E complementa: “Isso também se deve à facilidade que oferece para a colocação das instalações elétricas no interior das paredes, bem como à possibilidade de criação de detalhes arquitetônicos como nichos, estantes e sancas para iluminação indireta com alta qualidade de acabamento”.

O Eng. de Luca explica que, na criação de um home theater dividindo-se uma sala grande, por exemplo, pode-se especificar sistemas drywall de alto desempenho acústico para as novas paredes, normalmente constituídas por duas camadas de chapas de cada lado da estrutura de aço galvanizado e ainda com lã mineral em seu interior. Para as demais paredes, recomenda-se que sejam revestidas com chapas para drywall. E esclarece: “Em geral, para isso, uma só camada de chapas é suficiente, podendo ser colada diretamente na parede ou fixada em uma estrutura auxiliar de perfis de aço galvanizado, recebendo lã de rocha em seu interior”.

Na parede em que serão instalados o televisor e os alto-falantes, monta-se a estrutura, colocam-se as instalações elétricas e o cabeamento de telecomunicações, e, só depois disso, faz o seu fechamento, com a colocação das chapas. O mesmo procedimento deve ser seguido quando se montam estantes e outros detalhes arquitetônicos. Somente depois de montadas as paredes, instala-se o forro rebaixado, também em drywall, utilizando-se chapas acústicas (com perfurações para promover a absorção acústica) e lã mineral.

Outros cuidados
Finalizando, o Eng. de Luca acentua: “Para que o home theater ofereça todo o conforto acústico que se deseja e não permita o vazamento de som para o seu exterior, nem a entrada de som externo, é preciso complementá-lo com outros elementos acústicos, como portas e batentes especiais, janelas com vidros duplos, piso e contrapiso de material que absorva o som e ainda com caixas de eletricidade e luminárias devidamente isoladas. Esses cuidados aliados à qualidade do drywall proporcionam um home theater de qualidade excepcional”.

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Como instalar tubulações hidráulicas em drywall

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As instalações hidráulicas para água fria ou quente em sistemas drywall podem ser executadas com tubulação rígida de PVC, cobre ou aço ou ainda com tubulação flexível tipo PEX. Já as instalações sanitárias devem ser executadas preferencialmente com tubulação rígida de PVC. Para facilitar essa tarefa, os perfis de aço galvanizado utilizados na estrutura dos sistemas drywall são produzidos com furação adequada para a passagem de tubos com até 1,5 polegada de diâmetro. Para tubos com diâmetro maior, como os utilizados em saídas de esgoto, recomenda-se utilizar dupla estrutura, com a passagem do tubo entre os perfis verticais (montantes).

Os pontos de saída das instalações podem ser fixados na estrutura da parede, diretamente nos montantes ou por meio de travessas horizontais metálicas ou de madeira tratada ou ainda diretamente nas chapas de gesso utilizando peças especialmente desenvolvidas para os sistemas drywall. Os fabricantes de perfis e alguns fabricantes de metais sanitários já desenvolveram e produzem peças para diferentes aplicações, inclusive suportes especiais para louça sanitária suspensa (pias, bidês e vasos sanitários).

Três cuidados são fundamentais para a adequada instalação de tubulações em sistemas drywall:

a. utilizar protetores de material sintético nos furos dos montantes, quando estes tiverem furos circulares;

b. utilizar isolamento com material sintético em torno de tubos e conexões de cobre e bronze nos pontos de contato com a estrutura, não permitindo seu contato direto com os perfis de aço galvanizado, para evitar reações galvânicas e consequente corrosão nesses pontos;

c. vedar as frestas entre os pontos de saída das instalações e a chapa de gesso com selante elastomérico (silicone, por exemplo).

Fonte: drywall.org

 

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Retrofit de interiores fica mais fácil com drywall

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Sistemas executados com essa tecnologia agilizam principalmente as alterações e os acréscimos de instalações elétricas, hidráulicas e de telecomunicações. A recuperação, requalificação e readequação de espaços internos de antigos edifícios é uma prática freqüente no processo de modernização dos grandes centros urbanos, que pode ser executada com mais rapidez e vantagens técnicas com o uso da tecnologia drywall. Conforme acentua o Eng. Álvaro Villagrán, presidente da Associação Brasileira dos Fabricantes de Chapas para Drywall, “a principal dificuldade na reforma de antigos edifícios está na sua atualização tecnológica, principalmente no que se refere a instalações elétricas, de climatização e, principalmente, de telecomunicações e informática, além da necessidade comum de substituição parcial ou total das instalações hidráulicas”. E acrescenta: “O uso da tecnologia drywall em paredes, forros e revestimentos simplifica essa tarefa, que pode ser realizada com muito mais rapidez e com alta qualidade de acabamento, sem contar com outros benefícios, como o aumento do conforto acústico”. Assim, por exemplo, um conjunto antigo pode ser modificado sem necessidade do tradicional quebra-quebra exigido pela alvenaria. Tubulações de água e esgoto e condutores elétricos e de cabos para informática, por exemplo, podem ser instalados externamente às paredes originais, que, depois, receberão revestimento com sistemas drywall. Nesse caso, as vantagens são evidentes, enfatiza Villagrán: “Praticamente não há sujeira; as instalações são colocadas de forma precisa e podem ser testadas previamente; e o acabamento final é de alta qualidade. Além disso, se houver necessidade de isolamento acústico ou térmico, este pode ser feito facilmente com lã mineral ou de vidro. Novos ambientes, incluindo sanitários, podem ser criados da mesma forma e com as mesmas vantagens”. E conclui: “Intervenções similares podem ser feitas nos forros, sempre com as mesmas facilidades”.

fonte: drywall.org

 

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Parede drywall x Parede de gesso e alvenaria

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Paredes drywall diferem das paredes de gesso e de alvenaria. Tecnologias e resultados são muito diferentes, esclarece a Associação Drywall. As paredes drywall, compostas por estruturas de perfis de aço revestidas com chapas de gesso, cumprem os mesmos requisitos básicos de desempenho mecânico, acústico e térmico das paredes de alvenaria, substituindo estas com algumas vantagens como rapidez de execução, qualidade de acabamento, ganho de espaço e quase total ausência de desperdícios e entulho.

Isso explica por que o sistema drywall vem conquistando a preferência não só do mercado profissional, formado por incorporadores, construtores e arquitetos, mas igualmente do consumidor final, que tem utilizado essa tecnologia em pequenas reformas e projetos de decoração. “Porém, é preciso não confundir paredes drywall com paredes de gesso”, afirma o engenheiro Carlos Roberto de Luca, coordenador da Comissão Técnica da Associação dos Fabricantes de Chapas para Drywall. Explica: “Paredes de gesso são construídas com blocos de gesso da mesma forma que as paredes de alvenaria tradicional, enquanto as paredes drywall pertencem a uma nova geração tecnológica, sendo montadas a seco, a partir de componentes industrializados, o que lhes garante um padrão superior de qualidade”.

Uma década de evolução
Os sistemas drywall passaram a ser utilizados de forma regular na construção civil brasileira em meados da década de 90, quando os grandes fabricantes mundiais com sede na Europa (BPB Placo, Knauf e a Lafarge Gypsum) decidiram instalar fábricas no Brasil. A partir de então, esses sistemas, utilizados em paredes, forros, revestimentos e detalhes arquitetônicos variados, passaram a predominar em edifícios comerciais, hotéis e grandes salas de cinema multiplex e hoje vêm ganhando importância cada dia maior na construção residencial, repetindo no país a tendência observada há mais de um século nos Estados Unidos e há mais de 70 anos na Europa.

Fonte: drywall.org


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Como escolher e fazer o projeto do forro de gesso

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O forro de gesso é o primeiro passo da reforma. Isso porque ele faz sujeira, precisa da instalação das luminárias e precisa ser pintado. Esse item da reforma pode agradar tanto os mais básicos, com um gesso liso ou como poucos detalhes, quanto os mais exuberantes, com curvas, sancas e detalhes de moldura.

Fonte: Construgesso

Fonte: Construgesso

O gesso pode ser convencional (o mais comum, mesmo sistema das molduras de gesso) ou drywall (sistema seco de gesso e muito mais prático). Ambos podem ser utilizados, mas o drywall é um pouco mais caro e muito mais prático, rápido e limpo (esse é o mesmo sistema das paredes de gesso acartonados). Os dois sistemas podem receber os mais diversos projetos de gesso liso ou sanca

Fonte: Santos&Santos

Dicas para projetar o forro de gesso e a iluminação

  • Utilize o forro para distribuir as luminárias de forma que ilumine tudo que for necessário;
  • Pense em um tipo de iluminação geral, decorativa e funcional. Sendo, por exemplo, um plafon como luz geral, leds iluminando quadros como decorativa, e pendente ou algo direcionado sobre a bancada de trabalho como iluminação funcional.
  • Peça para o gesseiro colocar negativo de 3cm ou 2cm próximo a parede. O gesso trabalha e pode rachar se estiver encostado. Além disso, o negativo facilita na hora da pintura;
  • Se você tiver 2 espaços em 1 (jantar e estar no mesmo lugar), você pode dividi-los com uma sanca em um dos ambientes ou nos dois, para criar setores;
  • Se possível contrate um profissional para projetar o gesso e a iluminação do seu lar, aprenda mais sobre forro de gesso aqui;
  • Por último, mas não menos importante, rebaixe pelo menos 15cm para termos a garantia de que todos os modelos de embutidos poderão ser utilizados.
Fonte: Mayse Mendonça

Fonte: Mayse Mendonça

E as molduras de gesso (ou rodaforros)?

Como o forro de gesso é um gasto maior do que as molduras, elas são ótimas opções para quem quer melhorar o acabamento da pintura sem expandir muito os gastos.

Existem os rodaforros que realmente são feitos de gesso, marcenaria e os que são feitos de poliuretano (aquele material parecido com o isopor). Ambos, se bem colocados, funcionarão muito bem em todos os ambientes da sua casa, eles podem ser pintados ou não dependendo de como ficou o acabamento (com exceção do rodaforro de marcenaria).

Qual tipo de gesso escolher?

Existem os mais variados. Vejam alguns estilos abaixo:

Roda-forros mais modernos:

São mais lineares, mais retos, não possuem curvas ou arabescos. Veja abaixo:

Exemplos de rodaforro moderno

Roda-forros clássicos:

Mais rebuscados e elaborados são ideais para as pessoas que não largam mão da classe. Elas também são utilizadas em volta das luminárias centrais. Veja alguns exemplos:

Roda-forros simples:

Apesar de eu estar chamando de rodaforros simples, eles também são muito bonitos, possuem um bom custo x benefício e se adaptam muito bem em qualquer tipo de ambiente. Estou chamando assim apenas porque eles são os mais fáceis de ser encontrados.

Exemplos de molduras simplesFonte: quem casa quer casa


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Forro de Isopor

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Material muito utilizado como isolante térmico e acústico, o isopor também oferece praticidade e economia em sua instalação e manutenção como forro. Traz um menor consumo de energia gerando economia, pois não haverá necessidade de usar aparelhos como aquecedores ou ar condicionado com tanta freqüência. O revestimento em isopor traz maior segurança em caso de incêndios, pois seu material não propaga as chamas.

A forração é feita de forma rápida, por módulos de perfil metálico que são sustentados por pendurais, o que garante a facilidade na manutenção de fios e parte elétrica dos prédios ou residências.

O forro de isopor é muito utilizado em estabelecimentos comerciais e industriais, além de contarem com baixo custo.

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O que é construção a seco?

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As técnicas de construção a seco são muito utilizadas em países no exterior e vêm ganhando espaço também no mercado brasileiro. Segundo a Associação Brasileira de Drywall, o consumo de chapas utilizadas para esta técnica cresceu quase trinta vezes na última década no Brasil, comprovando o aumento de popularidade desse tipo de construção.

Mas, afinal, o que é construção a seco e quais são as suas vantagens? Você conhece quais técnicas são utilizadas nesse tipo de construção? Confira a seguir!

O que é construção a seco?

Na construção a seco, ao contrário da construção úmida, materiais como argamassa não são aplicados no canteiro de obras e a utilização de água para formação do material é dispensada. A construção consiste basicamente na montagem e na instalação de estruturas previamente fabricadas em ambiente industrial.

As estruturas usadas na construção a seco podem ser, por exemplo, paredes constituídas de perfil metálicos, placas de gesso, estruturas pré-moldadas em concreto ou aço, forros em madeira e outros.

Quais são as vantagens desse método?

construção a seco apresenta muitas vantagens em relação à construção tradicional e, por isso, está sendo cada vez mais utilizada. Veja algumas delas:

Sustentabilidade

construção a seco é mais sustentável porque reduz o consumo de água e produz menos resíduos. Os materiais utilizados também podem ser reciclados facilmente. Além disso, a construção a seco contribui para a eficiência energética do imóvel porque faz com que ele se mantenha naturalmente mais fresco no verão e mais quente no inverno.

Construção mais rápida

construção a seco pode reduzir o tempo de construção em até 70% porque elimina as etapas de aplicação e secagem dos materiais tradicionais. O ganho de tempo gera economia e maior rentabilidade nos projetos.

Segurança

Os materiais adequados permitem o atendimento às normas e aos padrões de segurança, além de apresentarem resistência pela utilização de alta tecnologia no processo de fabricação.

Mais praticidade nas manutenções

Quando for necessária alguma manutenção, a área afetada pode ser substituída de maneira simples e prática, sem a necessidade de quebrar paredes. Tubulações, encanamentos e instalações elétricas podem ser acessados e reparados com mais facilidade.

Fonte: internet


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