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Como instalar tubulações hidráulicas em drywall

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As instalações hidráulicas para água fria ou quente em sistemas drywall podem ser executadas com tubulação rígida de PVC, cobre ou aço ou ainda com tubulação flexível tipo PEX. Já as instalações sanitárias devem ser executadas preferencialmente com tubulação rígida de PVC. Para facilitar essa tarefa, os perfis de aço galvanizado utilizados na estrutura dos sistemas drywall são produzidos com furação adequada para a passagem de tubos com até 1,5 polegada de diâmetro. Para tubos com diâmetro maior, como os utilizados em saídas de esgoto, recomenda-se utilizar dupla estrutura, com a passagem do tubo entre os perfis verticais (montantes).

Os pontos de saída das instalações podem ser fixados na estrutura da parede, diretamente nos montantes ou por meio de travessas horizontais metálicas ou de madeira tratada ou ainda diretamente nas chapas de gesso utilizando peças especialmente desenvolvidas para os sistemas drywall. Os fabricantes de perfis e alguns fabricantes de metais sanitários já desenvolveram e produzem peças para diferentes aplicações, inclusive suportes especiais para louça sanitária suspensa (pias, bidês e vasos sanitários).

Três cuidados são fundamentais para a adequada instalação de tubulações em sistemas drywall:

a. utilizar protetores de material sintético nos furos dos montantes, quando estes tiverem furos circulares;

b. utilizar isolamento com material sintético em torno de tubos e conexões de cobre e bronze nos pontos de contato com a estrutura, não permitindo seu contato direto com os perfis de aço galvanizado, para evitar reações galvânicas e consequente corrosão nesses pontos;

c. vedar as frestas entre os pontos de saída das instalações e a chapa de gesso com selante elastomérico (silicone, por exemplo).

Fonte: drywall.org

 

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Retrofit de interiores fica mais fácil com drywall

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Sistemas executados com essa tecnologia agilizam principalmente as alterações e os acréscimos de instalações elétricas, hidráulicas e de telecomunicações. A recuperação, requalificação e readequação de espaços internos de antigos edifícios é uma prática freqüente no processo de modernização dos grandes centros urbanos, que pode ser executada com mais rapidez e vantagens técnicas com o uso da tecnologia drywall. Conforme acentua o Eng. Álvaro Villagrán, presidente da Associação Brasileira dos Fabricantes de Chapas para Drywall, “a principal dificuldade na reforma de antigos edifícios está na sua atualização tecnológica, principalmente no que se refere a instalações elétricas, de climatização e, principalmente, de telecomunicações e informática, além da necessidade comum de substituição parcial ou total das instalações hidráulicas”. E acrescenta: “O uso da tecnologia drywall em paredes, forros e revestimentos simplifica essa tarefa, que pode ser realizada com muito mais rapidez e com alta qualidade de acabamento, sem contar com outros benefícios, como o aumento do conforto acústico”. Assim, por exemplo, um conjunto antigo pode ser modificado sem necessidade do tradicional quebra-quebra exigido pela alvenaria. Tubulações de água e esgoto e condutores elétricos e de cabos para informática, por exemplo, podem ser instalados externamente às paredes originais, que, depois, receberão revestimento com sistemas drywall. Nesse caso, as vantagens são evidentes, enfatiza Villagrán: “Praticamente não há sujeira; as instalações são colocadas de forma precisa e podem ser testadas previamente; e o acabamento final é de alta qualidade. Além disso, se houver necessidade de isolamento acústico ou térmico, este pode ser feito facilmente com lã mineral ou de vidro. Novos ambientes, incluindo sanitários, podem ser criados da mesma forma e com as mesmas vantagens”. E conclui: “Intervenções similares podem ser feitas nos forros, sempre com as mesmas facilidades”.

fonte: drywall.org

 

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Parede drywall x Parede de gesso e alvenaria

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Paredes drywall diferem das paredes de gesso e de alvenaria. Tecnologias e resultados são muito diferentes, esclarece a Associação Drywall. As paredes drywall, compostas por estruturas de perfis de aço revestidas com chapas de gesso, cumprem os mesmos requisitos básicos de desempenho mecânico, acústico e térmico das paredes de alvenaria, substituindo estas com algumas vantagens como rapidez de execução, qualidade de acabamento, ganho de espaço e quase total ausência de desperdícios e entulho.

Isso explica por que o sistema drywall vem conquistando a preferência não só do mercado profissional, formado por incorporadores, construtores e arquitetos, mas igualmente do consumidor final, que tem utilizado essa tecnologia em pequenas reformas e projetos de decoração. “Porém, é preciso não confundir paredes drywall com paredes de gesso”, afirma o engenheiro Carlos Roberto de Luca, coordenador da Comissão Técnica da Associação dos Fabricantes de Chapas para Drywall. Explica: “Paredes de gesso são construídas com blocos de gesso da mesma forma que as paredes de alvenaria tradicional, enquanto as paredes drywall pertencem a uma nova geração tecnológica, sendo montadas a seco, a partir de componentes industrializados, o que lhes garante um padrão superior de qualidade”.

Uma década de evolução
Os sistemas drywall passaram a ser utilizados de forma regular na construção civil brasileira em meados da década de 90, quando os grandes fabricantes mundiais com sede na Europa (BPB Placo, Knauf e a Lafarge Gypsum) decidiram instalar fábricas no Brasil. A partir de então, esses sistemas, utilizados em paredes, forros, revestimentos e detalhes arquitetônicos variados, passaram a predominar em edifícios comerciais, hotéis e grandes salas de cinema multiplex e hoje vêm ganhando importância cada dia maior na construção residencial, repetindo no país a tendência observada há mais de um século nos Estados Unidos e há mais de 70 anos na Europa.

Fonte: drywall.org


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Como escolher e fazer o projeto do forro de gesso

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O forro de gesso é o primeiro passo da reforma. Isso porque ele faz sujeira, precisa da instalação das luminárias e precisa ser pintado. Esse item da reforma pode agradar tanto os mais básicos, com um gesso liso ou como poucos detalhes, quanto os mais exuberantes, com curvas, sancas e detalhes de moldura.

Fonte: Construgesso

Fonte: Construgesso

O gesso pode ser convencional (o mais comum, mesmo sistema das molduras de gesso) ou drywall (sistema seco de gesso e muito mais prático). Ambos podem ser utilizados, mas o drywall é um pouco mais caro e muito mais prático, rápido e limpo (esse é o mesmo sistema das paredes de gesso acartonados). Os dois sistemas podem receber os mais diversos projetos de gesso liso ou sanca

Fonte: Santos&Santos

Dicas para projetar o forro de gesso e a iluminação

  • Utilize o forro para distribuir as luminárias de forma que ilumine tudo que for necessário;
  • Pense em um tipo de iluminação geral, decorativa e funcional. Sendo, por exemplo, um plafon como luz geral, leds iluminando quadros como decorativa, e pendente ou algo direcionado sobre a bancada de trabalho como iluminação funcional.
  • Peça para o gesseiro colocar negativo de 3cm ou 2cm próximo a parede. O gesso trabalha e pode rachar se estiver encostado. Além disso, o negativo facilita na hora da pintura;
  • Se você tiver 2 espaços em 1 (jantar e estar no mesmo lugar), você pode dividi-los com uma sanca em um dos ambientes ou nos dois, para criar setores;
  • Se possível contrate um profissional para projetar o gesso e a iluminação do seu lar, aprenda mais sobre forro de gesso aqui;
  • Por último, mas não menos importante, rebaixe pelo menos 15cm para termos a garantia de que todos os modelos de embutidos poderão ser utilizados.
Fonte: Mayse Mendonça

Fonte: Mayse Mendonça

E as molduras de gesso (ou rodaforros)?

Como o forro de gesso é um gasto maior do que as molduras, elas são ótimas opções para quem quer melhorar o acabamento da pintura sem expandir muito os gastos.

Existem os rodaforros que realmente são feitos de gesso, marcenaria e os que são feitos de poliuretano (aquele material parecido com o isopor). Ambos, se bem colocados, funcionarão muito bem em todos os ambientes da sua casa, eles podem ser pintados ou não dependendo de como ficou o acabamento (com exceção do rodaforro de marcenaria).

Qual tipo de gesso escolher?

Existem os mais variados. Vejam alguns estilos abaixo:

Roda-forros mais modernos:

São mais lineares, mais retos, não possuem curvas ou arabescos. Veja abaixo:

Exemplos de rodaforro moderno

Roda-forros clássicos:

Mais rebuscados e elaborados são ideais para as pessoas que não largam mão da classe. Elas também são utilizadas em volta das luminárias centrais. Veja alguns exemplos:

Roda-forros simples:

Apesar de eu estar chamando de rodaforros simples, eles também são muito bonitos, possuem um bom custo x benefício e se adaptam muito bem em qualquer tipo de ambiente. Estou chamando assim apenas porque eles são os mais fáceis de ser encontrados.

Exemplos de molduras simplesFonte: quem casa quer casa


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Forro de Isopor

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Material muito utilizado como isolante térmico e acústico, o isopor também oferece praticidade e economia em sua instalação e manutenção como forro. Traz um menor consumo de energia gerando economia, pois não haverá necessidade de usar aparelhos como aquecedores ou ar condicionado com tanta freqüência. O revestimento em isopor traz maior segurança em caso de incêndios, pois seu material não propaga as chamas.

A forração é feita de forma rápida, por módulos de perfil metálico que são sustentados por pendurais, o que garante a facilidade na manutenção de fios e parte elétrica dos prédios ou residências.

O forro de isopor é muito utilizado em estabelecimentos comerciais e industriais, além de contarem com baixo custo.

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O que é construção a seco?

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As técnicas de construção a seco são muito utilizadas em países no exterior e vêm ganhando espaço também no mercado brasileiro. Segundo a Associação Brasileira de Drywall, o consumo de chapas utilizadas para esta técnica cresceu quase trinta vezes na última década no Brasil, comprovando o aumento de popularidade desse tipo de construção.

Mas, afinal, o que é construção a seco e quais são as suas vantagens? Você conhece quais técnicas são utilizadas nesse tipo de construção? Confira a seguir!

O que é construção a seco?

Na construção a seco, ao contrário da construção úmida, materiais como argamassa não são aplicados no canteiro de obras e a utilização de água para formação do material é dispensada. A construção consiste basicamente na montagem e na instalação de estruturas previamente fabricadas em ambiente industrial.

As estruturas usadas na construção a seco podem ser, por exemplo, paredes constituídas de perfil metálicos, placas de gesso, estruturas pré-moldadas em concreto ou aço, forros em madeira e outros.

Quais são as vantagens desse método?

construção a seco apresenta muitas vantagens em relação à construção tradicional e, por isso, está sendo cada vez mais utilizada. Veja algumas delas:

Sustentabilidade

construção a seco é mais sustentável porque reduz o consumo de água e produz menos resíduos. Os materiais utilizados também podem ser reciclados facilmente. Além disso, a construção a seco contribui para a eficiência energética do imóvel porque faz com que ele se mantenha naturalmente mais fresco no verão e mais quente no inverno.

Construção mais rápida

construção a seco pode reduzir o tempo de construção em até 70% porque elimina as etapas de aplicação e secagem dos materiais tradicionais. O ganho de tempo gera economia e maior rentabilidade nos projetos.

Segurança

Os materiais adequados permitem o atendimento às normas e aos padrões de segurança, além de apresentarem resistência pela utilização de alta tecnologia no processo de fabricação.

Mais praticidade nas manutenções

Quando for necessária alguma manutenção, a área afetada pode ser substituída de maneira simples e prática, sem a necessidade de quebrar paredes. Tubulações, encanamentos e instalações elétricas podem ser acessados e reparados com mais facilidade.

Fonte: internet


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Piso Vinílico e suas vantagens

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Muitas pessoas decidem optar pelo piso vinílicos, pois sua aparência é bem sofisticada e se feita com um acabamento. Mais as vantagens vão além da aparência. Por ser encontrado em diversos tipos, o piso vinílicos tem grande procura. Entre as versões usadas estão às placas e tapetes. Então se você está realmente interessado em usar esse tipo de piso na sua casa, pese na balança as vantagens e desvantagens dessa escolha:

Benefícios do piso vinílicos

Existem muitos pontos positivos em relação aos pisos vinílicos. Eles são resistentes e se você tem móveis pesados e se preocupa se o piso vai resistir, pode ficar tranquilo. Outro benefício em usar esse piso, é que ele não acumula poeira facilmente. Então posso afirmar que ele é ideal para pessoas que sofrem com problemas respiratórios.

Onde podem ser usados os pisos vinílicos?

Geralmente a procura é para colocar em residências, mais nada impede que possa ser colocado em outros ambientes como o escritório. Não existe uma regra para isso.

 

Piso ecologicamente correto

Para as pessoas que gostam e pensam em fazer tudo ecologicamente corretamente, essa é a opção de piso perfeita. Esse piso é fabricado a partir de materiais reciclados, além de ter outras vantagens como ser térmico, anti-chamas e podem ser fixados com cola.

Piso de fácil limpeza

Se você gosta da sua casa sempre limpa, e não quer ter muito trabalho com a limpeza do piso, saiba que o piso vinílico é fácil de manter limpo, você só precisa usar os produtos certos.

Podemos ver que o uso do piso tem mais vantagens do que desvantagens!

Fotos de pisos vinílicos para sua casa:

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Fonte: decorando casas


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Cortineiro de gesso

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Quando você opta por usar uma cortina de trilho, ou uma persiana  pode notar que na parte superior da cortina, onde ela se encaixa no trilho, fica faltando acabamento, não traz um aspecto visual harmonioso. Há algum tempo atrás era bem comum o uso de “caixinhas” de madeira para esconder esta emenda, mas hoje o mais indicado para o acabamento é o cortineiro de gesso, ele pode ser utilizado embutido no teto ou sobreposto.

O forro de gesso pode ter muito mais utilidade do que você imagina. Pensado em conjunto com essa técnica, o cortineiro de gesso é capaz de criar um acabamento perfeito na sua cortina e deixar o ambiente ainda mais bonito.

Esse recurso é muito usado para esconder imperfeições e apresenta três modelos diferentes. Conheça e veja qual deles se encaixa melhor na sua casa.

Embutido

O cortineiro aproveita o gesso já construído e a cortina é instalada entre a parede e o forro (veja na foto). É um modelo mais moderno e pode ser utilizado também em uma sanca aberta. Se for iluminado, fica ainda mais charmoso e aconchegante!

Side view of bedroom interior design with unmade bed and window with curtains and city view. 3D Rendering

Sobreposto

Essa versão utiliza uma moldura de gesso abaixo do forro e, por isso, o cortineiro fica aparente, mas esconde o trilho da cortina e fica lindo! É bom ressaltar que a peça usada para a moldura pode ser lisa ou desenhada. Essa última opção oferece uma elegância a mais ao cortineiro.

O melhor é que esse modelo pode servir também para ambientes sem forro. Basta fixar o cortineiro no teto!

Interior of empty room with window. 3d render.

Iluminado

Se o cortineiro for embutido, você pode optar por incluir também uma iluminação. O mais bacana é que as luzes tiram proveito da cortina, que passa a refletir e distribuir a luz.

Essa iluminação pode ser mais intensa para dar suporte às luzes do ambiente ou mais leve para criar um efeito moderno e acolhedor.

Para lembrar

Antes de começar a construção do seu cortineiro de gesso, atente-se para algumas informações importantes. O ideal é que ele acompanhe o tamanho da janela e da cortina. No caso do modelo embutido, é preciso que o espaço entre o cortineiro e a janela seja de 15 a 20 centímetros, de modo a permitir que uma mão alcance o trilho da cortina na hora da instalação e manutenção.

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Forro de isopor e suas vantagens

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Muitos são os fatores que contribuem para o uso do forro de isopor: A economia, a leveza, a facilidade de uso, a rapidez de execução e a qualidade de acabamento final são, entre outros, fatores que tornaram os forros isopor excelente para aplicação em ambientes que necessitam de isolamento térmico e resistência em escritórios, hotéis, restaurantes, shopping center e onde mais desejar a imaginação de arquitetos, engenheiros,  construtores ou para você em sua própria casa.

Um fator sobre o forro de isopor merece um destaque especial, por ele ser um excelente isolante térmico de frio e calor, o forro de isopor resulta em economia pela diminuição do consumo de energia do ar condicionado, dando muitas vezes até a opção de instalar um ar condicionado de menor potência;

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Abaixo listamos algumas vantagens do forro de isopor:

  • Pode ser usado em ambientes úmidos como banheiros, etc;
  • Excelente isolante térmico;
  • Dispensa ou reduz o uso do ar-condicionado;
  • Fácil instalação e manutenção;
  • Flexibilidade de corte;
  • Economia de tempo e mão-de-obra;
  • Pode ser pintado com tintas à base de PVA. (Não utilizar tintas à base de gasolina ou benzeno);
  • É um produto reciclável;
  • Perdas quase nulas;
  • Auto-extinguível (não propaga chamas) conforme norma NBR 11752;
  • Maior resistência a riscos;
  • Recuperam a estética de tetos / forros afetados por rachaduras, mofo ou umidade;
  • Estruturas mais leve;
  • Melhor custo – benefício;

As placas de isopor utilizadas nos tetos de empresas, salas comerciais ou até mesmo em residências apresentam uma grande vantagem em relação custo-benefício, pois se trata de um material com um preço relativamente baixo se comparado a outros materiais com a mesma finalidade.

Além de seu baixo custo é importante destacar que os forros de isopor também atendem suficientemente as necessidades de isolamento térmico e acústico com um desempenho adequado, contando ainda com a facilidade de ser montado em pequenas placas de fácil instalação e remoção.

Foto retirada da internet


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Drywall: entenda como funciona

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São inúmeros os atributos desta tecnologia de construção, que não usa água na obra. Dentro de casa, praticamente tudo pode ser criado com drywall

Quer dividir um ambiente sem perder espaço? Precisa de uma solução para isolar o barulho dos vizinhos, embutir a iluminação no teto sem grandes reformas ou montar uma estante para a TV? Esses configuram apenas alguns exemplos da versatilidade do drywall. Maleável, ele embasa trabalhos arrojados, com recortes, curvas e desníveis. O melhor: seus componentes são recicláveis, e a matéria-prima do gesso (gipsita) não gera descartes tóxicos. Trata-se de uma tecnologia limpa, que apresenta somente 5% de resíduos na obra, contra até 30% dos métodos tradicionais. Além disso, custa menos para transportar, pois é mais leve. Em relação à segurança, possui embasamento na norma técnica NBR 15.758, da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), e suas composições se encaixam em todos os níveis da norma chamada Desempenho de Edificações, a NBR 15.575. Ambas asseguram a maneira correta de uso e instalação.

Afinal, o que é drywall?

O termo define tanto as chapas com miolo de gesso e face de papel-cartão quanto o sistema, composto dessas placas fixadas em estruturas de aço. Seu trunfo está na possibilidade de criar centenas de formas, com emprego de painéis simples ou duplos, de variadas espessuras. Enchimentos de lã mineral incrementam os isolamentos acústico e térmico. Um profissional indicará a melhor saída para cada caso.

1. O que significa cada cor de drywall?

Há três tipos de chapa, que se diferenciam pelo tom da cobertura de papel-cartão. A face branca deve voltar-se sempre para o lado do acabamento:

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Verde (RU): com silicone e aditivos fungicidas misturados ao gesso, permite a aplicação em áreas úmidas (banheiro, cozinha e lavanderia).

Rosa (RF): resiste mais ao fogo por causa da presença de fibra de vidro na fórmula. Por isso, vai bem ao redor de lareiras e na bancada do cooktop.

Branco (ST): é a variedade mais básica (Standard), amplamente empregada em forros e paredes de ambientes secos.

2. O que existe no interior de uma parede de drywall?

Saiba o que existe no interior de uma parede retilínea composta de chapas duplas.

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3. Quais os tipos de instalação?

Fixação do forro: os painéis específicos para o teto são parafusados na estrutura de aço, e o forro fica suspenso por tirantes sob a laje (ou presos no telhado). Isso ajuda a absorver os movimentos naturais da construção, o que evita trincas.

Painéis prontos: lançamento recente, já vem com revestimento (cartão melamínico ou de PVC em vários padrões ou cores), que dispensa a etapa de acabamento

Parede sobre parede: essa técnica nivela superfícies originalmente tortas e aumenta o conforto termoacústico do ambiente. Perfis são instalados sobre apoios fixos na alvenaria com massa de colagem, espaçados a cada 12 cm. A espessura mínima é de 3,5 cm.

4. Como é instalado o drywall?

Em apenas um dia de trabalho, dois especialistas dão conta de erguer cerca de 30 m².

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– Estrutura de base: primeiro, colocam-se guias metálicas no piso e no teto. Elas sustentarão os montantes verticais de aço galvanizado (distantes até 60 cm uns dos outros). As chapas são parafusadas nesses perfis.

– Cobertura das divisões: a seguir, faz-se o tratamento das juntas – região mais suscetível a fissuras. Por isso, aplicam-se nesses pontos massa e fitas específcas, duas vezes. O objetivo é deixar a superfície totalmente plana.

– Finalização caprichada: como a massa talvez retraia com a secagem, espera-se um dia antes de partir para o acabamento, que pode ser pintura, cerâmica, madeira… Se a junta estiver funda, melhor repetir a dose. Caso contrário, basta lixar.

5. O que são acessórios de fixação?

São peças desenhadas especialmente para esse método. A rede distribuidora informa qual modelo usarem cada caso.

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6. Qual é o limite de peso que o drywall aguenta?

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Qualquer objeto de até 10 kg pode se prender diretamente na chapa de drywall. Até 18 kg, a instalação ocorre nos perfis. Acima disso, deve-se adicionar um reforço ou distribuir a carga. Atenção para peças com mais de 30 kg: o drywall consegue suportar bancadas de pedra ou grandes TVs com a distribuição da carga em reforços, como mostra o desenho acima. Eles podem ser de madeira seca e tratada em autoclave (com 22 mm de espessura) ou de chapa de aço galvanizado (com 0,95 mm de espessura). Sua colocação se dá entre os montantes metálicos, cujo espaçamento é elaborado de acordo com o projeto.

7. Que tipos de buchas, ganchos e parafusos usar?

Existem tipos específicos de buchas, ganchos e parafusos, segundo o peso da peça.

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– 10 kg: bucha de expansão, fixada na placa.

– 18 kg: modelo basculante, instalado nos perfis.

– 30 kg: exige reforço na parede.

 

8. Como são feitos os reparos?

Ainda que a tarefa pareça simples, os fabricantes recomendam contratar um profissional especializado.

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Trincas e fissuras: comece limpando a área a ser recuperada e aplique massa específica para juntas. Em seguida, coloque a fita de papel microperfurado, pressionando com uma espátula. Passe outra camada de massa e espere secar. Com a superfície lisa e uniforme, já é possível lixar e pintar.

Buracos pequenos: limpe o local e preencha o furo com massa adesiva MAP utilizando uma espátula pequena. Deixe secar. Se necessário, repita o processo até o defeito ficar imperceptível. Depois de seca a superfície, sinal verde para lixar e pintar.

Buracos grandes: normalmente, surgem quando se retira uma parte da placa para acessar as tubulações. Por dentro da área exposta, parafuse pedaços de perfis metálicos. O trecho novo deve ser fixado neles. Aplique massa para tratamento de juntas na superfície, além de fita de papel com a espátula e mais massa. Lixe e pinte.

9. Como instalar drywall em áreas úmidas?

Banheiro, cozinha e lavanderia podem, sim, receber o material, desde que adotados os painéis verdes, principalmente nas paredes da tubulação e do chuveiro. O boxe, o piso e a faixa de 15 cm junto ao chão demandam impermeabilização com manta asfáltica ou polimérica. Isso serve para qualquer método construtivo. Caso ocorram vazamentos, a troca dos canos atingidos é uma tarefa rápida e com pouca sujeira, ao contrário do que ocorre em paredes de alvenaria. Na área afetada, abre-se um recorte na chapa com um serrote. Depois do conserto, coloca-se uma nova placa e se tratam as juntas. Por fim, secagem e acabamento.

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Proteção extra

Apesar de mais resistentes à água, as placas verdes devem ser cobertas de revestimentos (cerâmica, pastilha, porcelanato), instalados com argamassa colante flexível e rejunte (a ser refeito sempre que apresentar irregularidades). Não é preciso instalar chapa verde no forro, já que a Standard (branca) se mostra suficiente. Em locais sujeitos ao vapor (boxe de banheiros), ela pede tinta antimofo.

Fonte: site casa.com.br

 


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