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Vantagens e aplicações do drywall

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São muitas as vantagens oferecidas pelo drywall – use sempre os serviços de um profissional especializado para obter os melhores resultados.

Rapidez e limpeza na montagem – Uma parede, um forro ou um revestimento em drywall é executado com muita rapidez e gera muito pouco entulho. Por exemplo, a montagem de uma parede divisória para a criação de um novo ambiente em uma casa ou apartamento demora apenas 24 a 48 horas. Nesse prazo, a parede estará pronta, com porta, tomadas e interruptores instalados, pronta para receber a pintura final.

Reformas fáceis – Em razão da rapidez e da limpeza na montagem dos sistemas drywall, reformar um imóvel ficou muito mais simples. E os sistemas drywall permitem soluções criativas, como uso de curvas, recortes para iluminação embutida e muito mais.

Manutenção e reparos – A mesma vantagem de rapidez e limpeza está presente na hora de se consertar um vazamento de água, por exemplo. Nesse caso, basta fazer com um serrote de ponta um pequeno recorte na chapa da parede, suficiente para permitir o conserto do encanamento, e depois fechar a parede com o mesmo pedaço de chapa. Um profissional especializado executa esse tipo de serviço em apenas um dia, sem o tradicional quebra-quebra das paredes comuns de tijolos ou blocos.

Precisão e qualidade de acabamento – Os sistemas drywall são precisos nas suas medidas e proporcionam uma qualidade de acabamento superficial única, perfeitamente lisa. Além disso, os sistemas drywall aceitam qualquer tipo de acabamento: pintura, textura, azulejos, pastilhas, mármore, granito, papel de parede, lambris de madeira, etc.

Isolamento de ruídos – Os sistemas drywall isolam melhor os sons e contribuem para tornar os ambientes mais confortáveis no que se refere à transmissão de ruídos.

Ganho de área útil – Como as paredes drywall são mais estreitas do que as de blocos ou tijolos, há um ganho na área útil. Esse ganho é de 5% aproximadamente. Por exemplo: em um apartamento de 100 m2, o ganho será de 5 m2, equivalente a 10 metros frontais de armários embutidos.


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O drywall pode solucionar problema de barulho?

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Em um apartamento, o som é transmitido pelo ar ou pela estrutura. As soluções diferem em cada caso.
O som aéreo, como o nome diz, é transmitido pelo ar. Entra no ambiente ou sai deste pelas portas e janelas e através das paredes, sejam ruídos externos, sejam gerados internamente, em corredores, saguões e apartamentos vizinhos. Para isolar o som transmitido através das paredes, podem ser utilizados revestimentos com drywall, que são mais eficazes quando montados sobre uma estrutura auxiliar e receberem lã mineral (de rocha ou de vidro) em seu interior. Porém, para completar, é necessário usar portas mais densas, bem vedadas em seu perímetro, e esquadrias e janelas específicas para isolar a passagem do som.
Quanto ao som transmitido pela estrutura, a vibração sonora é sentida no prédio inteiro. Percorre pilares, vigas e lajes e “invade” os ambientes. Uma furadeira acionada no primeiro andar pode ser ouvida no último como se estivesse muito próxima, o mesmo ocorrendo com elevadores e válvulas de descarga. Isso também acontece em menor escala com saltos de sapato batendo no piso do andar superior.
Revestimentos de paredes e forros rebaixados com drywall, mesmo com lã mineral em seu interior, podem atenuar o problema, mas não o resolverão por completo.

Por isso, antes de adotar uma solução, recomendamos que seja feita uma análise criteriosa, com o auxílio de um especialista na área, dos diferentes ruídos que causam incômodo e de como são transmitidos. A partir disso, será possível definir o conjunto de medidas necessárias para promover o desejado conforto acústico em sua residência.

Fonte: drywall.org


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Sistemas Drywall facilitam montagem de home theater

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As propriedades acústicas dos sistemas drywall, aliadas à sua leveza, flexibilidade e facilidade e rapidez de montagem, fizeram com que se tornasse uma das soluções preferidas por quem deseja montar um home theater em uma casa ou apartamento. Segundo o Eng. Carlos Roberto de Luca, da Comissão Técnica da Associação Brasileira dos Fabricantes de Chapas para Drywall, “tanto para a criação de um novo aposento específico para esse fim como para o aproveitamento de um aposento já existente, o drywall é a resposta mais indicada”. E complementa: “Isso também se deve à facilidade que oferece para a colocação das instalações elétricas no interior das paredes, bem como à possibilidade de criação de detalhes arquitetônicos como nichos, estantes e sancas para iluminação indireta com alta qualidade de acabamento”.

O Eng. de Luca explica que, na criação de um home theater dividindo-se uma sala grande, por exemplo, pode-se especificar sistemas drywall de alto desempenho acústico para as novas paredes, normalmente constituídas por duas camadas de chapas de cada lado da estrutura de aço galvanizado e ainda com lã mineral em seu interior. Para as demais paredes, recomenda-se que sejam revestidas com chapas para drywall. E esclarece: “Em geral, para isso, uma só camada de chapas é suficiente, podendo ser colada diretamente na parede ou fixada em uma estrutura auxiliar de perfis de aço galvanizado, recebendo lã de rocha em seu interior”.

Na parede em que serão instalados o televisor e os alto-falantes, monta-se a estrutura, colocam-se as instalações elétricas e o cabeamento de telecomunicações, e, só depois disso, faz o seu fechamento, com a colocação das chapas. O mesmo procedimento deve ser seguido quando se montam estantes e outros detalhes arquitetônicos. Somente depois de montadas as paredes, instala-se o forro rebaixado, também em drywall, utilizando-se chapas acústicas (com perfurações para promover a absorção acústica) e lã mineral.

Outros cuidados
Finalizando, o Eng. de Luca acentua: “Para que o home theater ofereça todo o conforto acústico que se deseja e não permita o vazamento de som para o seu exterior, nem a entrada de som externo, é preciso complementá-lo com outros elementos acústicos, como portas e batentes especiais, janelas com vidros duplos, piso e contrapiso de material que absorva o som e ainda com caixas de eletricidade e luminárias devidamente isoladas. Esses cuidados aliados à qualidade do drywall proporcionam um home theater de qualidade excepcional”.

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Como instalar tubulações hidráulicas em drywall

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As instalações hidráulicas para água fria ou quente em sistemas drywall podem ser executadas com tubulação rígida de PVC, cobre ou aço ou ainda com tubulação flexível tipo PEX. Já as instalações sanitárias devem ser executadas preferencialmente com tubulação rígida de PVC. Para facilitar essa tarefa, os perfis de aço galvanizado utilizados na estrutura dos sistemas drywall são produzidos com furação adequada para a passagem de tubos com até 1,5 polegada de diâmetro. Para tubos com diâmetro maior, como os utilizados em saídas de esgoto, recomenda-se utilizar dupla estrutura, com a passagem do tubo entre os perfis verticais (montantes).

Os pontos de saída das instalações podem ser fixados na estrutura da parede, diretamente nos montantes ou por meio de travessas horizontais metálicas ou de madeira tratada ou ainda diretamente nas chapas de gesso utilizando peças especialmente desenvolvidas para os sistemas drywall. Os fabricantes de perfis e alguns fabricantes de metais sanitários já desenvolveram e produzem peças para diferentes aplicações, inclusive suportes especiais para louça sanitária suspensa (pias, bidês e vasos sanitários).

Três cuidados são fundamentais para a adequada instalação de tubulações em sistemas drywall:

a. utilizar protetores de material sintético nos furos dos montantes, quando estes tiverem furos circulares;

b. utilizar isolamento com material sintético em torno de tubos e conexões de cobre e bronze nos pontos de contato com a estrutura, não permitindo seu contato direto com os perfis de aço galvanizado, para evitar reações galvânicas e consequente corrosão nesses pontos;

c. vedar as frestas entre os pontos de saída das instalações e a chapa de gesso com selante elastomérico (silicone, por exemplo).

Fonte: drywall.org

 

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Retrofit de interiores fica mais fácil com drywall

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Sistemas executados com essa tecnologia agilizam principalmente as alterações e os acréscimos de instalações elétricas, hidráulicas e de telecomunicações. A recuperação, requalificação e readequação de espaços internos de antigos edifícios é uma prática freqüente no processo de modernização dos grandes centros urbanos, que pode ser executada com mais rapidez e vantagens técnicas com o uso da tecnologia drywall. Conforme acentua o Eng. Álvaro Villagrán, presidente da Associação Brasileira dos Fabricantes de Chapas para Drywall, “a principal dificuldade na reforma de antigos edifícios está na sua atualização tecnológica, principalmente no que se refere a instalações elétricas, de climatização e, principalmente, de telecomunicações e informática, além da necessidade comum de substituição parcial ou total das instalações hidráulicas”. E acrescenta: “O uso da tecnologia drywall em paredes, forros e revestimentos simplifica essa tarefa, que pode ser realizada com muito mais rapidez e com alta qualidade de acabamento, sem contar com outros benefícios, como o aumento do conforto acústico”. Assim, por exemplo, um conjunto antigo pode ser modificado sem necessidade do tradicional quebra-quebra exigido pela alvenaria. Tubulações de água e esgoto e condutores elétricos e de cabos para informática, por exemplo, podem ser instalados externamente às paredes originais, que, depois, receberão revestimento com sistemas drywall. Nesse caso, as vantagens são evidentes, enfatiza Villagrán: “Praticamente não há sujeira; as instalações são colocadas de forma precisa e podem ser testadas previamente; e o acabamento final é de alta qualidade. Além disso, se houver necessidade de isolamento acústico ou térmico, este pode ser feito facilmente com lã mineral ou de vidro. Novos ambientes, incluindo sanitários, podem ser criados da mesma forma e com as mesmas vantagens”. E conclui: “Intervenções similares podem ser feitas nos forros, sempre com as mesmas facilidades”.

fonte: drywall.org

 

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Parede drywall x Parede de gesso e alvenaria

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Paredes drywall diferem das paredes de gesso e de alvenaria. Tecnologias e resultados são muito diferentes, esclarece a Associação Drywall. As paredes drywall, compostas por estruturas de perfis de aço revestidas com chapas de gesso, cumprem os mesmos requisitos básicos de desempenho mecânico, acústico e térmico das paredes de alvenaria, substituindo estas com algumas vantagens como rapidez de execução, qualidade de acabamento, ganho de espaço e quase total ausência de desperdícios e entulho.

Isso explica por que o sistema drywall vem conquistando a preferência não só do mercado profissional, formado por incorporadores, construtores e arquitetos, mas igualmente do consumidor final, que tem utilizado essa tecnologia em pequenas reformas e projetos de decoração. “Porém, é preciso não confundir paredes drywall com paredes de gesso”, afirma o engenheiro Carlos Roberto de Luca, coordenador da Comissão Técnica da Associação dos Fabricantes de Chapas para Drywall. Explica: “Paredes de gesso são construídas com blocos de gesso da mesma forma que as paredes de alvenaria tradicional, enquanto as paredes drywall pertencem a uma nova geração tecnológica, sendo montadas a seco, a partir de componentes industrializados, o que lhes garante um padrão superior de qualidade”.

Uma década de evolução
Os sistemas drywall passaram a ser utilizados de forma regular na construção civil brasileira em meados da década de 90, quando os grandes fabricantes mundiais com sede na Europa (BPB Placo, Knauf e a Lafarge Gypsum) decidiram instalar fábricas no Brasil. A partir de então, esses sistemas, utilizados em paredes, forros, revestimentos e detalhes arquitetônicos variados, passaram a predominar em edifícios comerciais, hotéis e grandes salas de cinema multiplex e hoje vêm ganhando importância cada dia maior na construção residencial, repetindo no país a tendência observada há mais de um século nos Estados Unidos e há mais de 70 anos na Europa.

Fonte: drywall.org


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O que é construção a seco?

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As técnicas de construção a seco são muito utilizadas em países no exterior e vêm ganhando espaço também no mercado brasileiro. Segundo a Associação Brasileira de Drywall, o consumo de chapas utilizadas para esta técnica cresceu quase trinta vezes na última década no Brasil, comprovando o aumento de popularidade desse tipo de construção.

Mas, afinal, o que é construção a seco e quais são as suas vantagens? Você conhece quais técnicas são utilizadas nesse tipo de construção? Confira a seguir!

O que é construção a seco?

Na construção a seco, ao contrário da construção úmida, materiais como argamassa não são aplicados no canteiro de obras e a utilização de água para formação do material é dispensada. A construção consiste basicamente na montagem e na instalação de estruturas previamente fabricadas em ambiente industrial.

As estruturas usadas na construção a seco podem ser, por exemplo, paredes constituídas de perfil metálicos, placas de gesso, estruturas pré-moldadas em concreto ou aço, forros em madeira e outros.

Quais são as vantagens desse método?

construção a seco apresenta muitas vantagens em relação à construção tradicional e, por isso, está sendo cada vez mais utilizada. Veja algumas delas:

Sustentabilidade

construção a seco é mais sustentável porque reduz o consumo de água e produz menos resíduos. Os materiais utilizados também podem ser reciclados facilmente. Além disso, a construção a seco contribui para a eficiência energética do imóvel porque faz com que ele se mantenha naturalmente mais fresco no verão e mais quente no inverno.

Construção mais rápida

construção a seco pode reduzir o tempo de construção em até 70% porque elimina as etapas de aplicação e secagem dos materiais tradicionais. O ganho de tempo gera economia e maior rentabilidade nos projetos.

Segurança

Os materiais adequados permitem o atendimento às normas e aos padrões de segurança, além de apresentarem resistência pela utilização de alta tecnologia no processo de fabricação.

Mais praticidade nas manutenções

Quando for necessária alguma manutenção, a área afetada pode ser substituída de maneira simples e prática, sem a necessidade de quebrar paredes. Tubulações, encanamentos e instalações elétricas podem ser acessados e reparados com mais facilidade.

Fonte: internet


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Drywall: entenda como funciona

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São inúmeros os atributos desta tecnologia de construção, que não usa água na obra. Dentro de casa, praticamente tudo pode ser criado com drywall

Quer dividir um ambiente sem perder espaço? Precisa de uma solução para isolar o barulho dos vizinhos, embutir a iluminação no teto sem grandes reformas ou montar uma estante para a TV? Esses configuram apenas alguns exemplos da versatilidade do drywall. Maleável, ele embasa trabalhos arrojados, com recortes, curvas e desníveis. O melhor: seus componentes são recicláveis, e a matéria-prima do gesso (gipsita) não gera descartes tóxicos. Trata-se de uma tecnologia limpa, que apresenta somente 5% de resíduos na obra, contra até 30% dos métodos tradicionais. Além disso, custa menos para transportar, pois é mais leve. Em relação à segurança, possui embasamento na norma técnica NBR 15.758, da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), e suas composições se encaixam em todos os níveis da norma chamada Desempenho de Edificações, a NBR 15.575. Ambas asseguram a maneira correta de uso e instalação.

Afinal, o que é drywall?

O termo define tanto as chapas com miolo de gesso e face de papel-cartão quanto o sistema, composto dessas placas fixadas em estruturas de aço. Seu trunfo está na possibilidade de criar centenas de formas, com emprego de painéis simples ou duplos, de variadas espessuras. Enchimentos de lã mineral incrementam os isolamentos acústico e térmico. Um profissional indicará a melhor saída para cada caso.

1. O que significa cada cor de drywall?

Há três tipos de chapa, que se diferenciam pelo tom da cobertura de papel-cartão. A face branca deve voltar-se sempre para o lado do acabamento:

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Verde (RU): com silicone e aditivos fungicidas misturados ao gesso, permite a aplicação em áreas úmidas (banheiro, cozinha e lavanderia).

Rosa (RF): resiste mais ao fogo por causa da presença de fibra de vidro na fórmula. Por isso, vai bem ao redor de lareiras e na bancada do cooktop.

Branco (ST): é a variedade mais básica (Standard), amplamente empregada em forros e paredes de ambientes secos.

2. O que existe no interior de uma parede de drywall?

Saiba o que existe no interior de uma parede retilínea composta de chapas duplas.

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3. Quais os tipos de instalação?

Fixação do forro: os painéis específicos para o teto são parafusados na estrutura de aço, e o forro fica suspenso por tirantes sob a laje (ou presos no telhado). Isso ajuda a absorver os movimentos naturais da construção, o que evita trincas.

Painéis prontos: lançamento recente, já vem com revestimento (cartão melamínico ou de PVC em vários padrões ou cores), que dispensa a etapa de acabamento

Parede sobre parede: essa técnica nivela superfícies originalmente tortas e aumenta o conforto termoacústico do ambiente. Perfis são instalados sobre apoios fixos na alvenaria com massa de colagem, espaçados a cada 12 cm. A espessura mínima é de 3,5 cm.

4. Como é instalado o drywall?

Em apenas um dia de trabalho, dois especialistas dão conta de erguer cerca de 30 m².

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– Estrutura de base: primeiro, colocam-se guias metálicas no piso e no teto. Elas sustentarão os montantes verticais de aço galvanizado (distantes até 60 cm uns dos outros). As chapas são parafusadas nesses perfis.

– Cobertura das divisões: a seguir, faz-se o tratamento das juntas – região mais suscetível a fissuras. Por isso, aplicam-se nesses pontos massa e fitas específcas, duas vezes. O objetivo é deixar a superfície totalmente plana.

– Finalização caprichada: como a massa talvez retraia com a secagem, espera-se um dia antes de partir para o acabamento, que pode ser pintura, cerâmica, madeira… Se a junta estiver funda, melhor repetir a dose. Caso contrário, basta lixar.

5. O que são acessórios de fixação?

São peças desenhadas especialmente para esse método. A rede distribuidora informa qual modelo usarem cada caso.

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6. Qual é o limite de peso que o drywall aguenta?

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Qualquer objeto de até 10 kg pode se prender diretamente na chapa de drywall. Até 18 kg, a instalação ocorre nos perfis. Acima disso, deve-se adicionar um reforço ou distribuir a carga. Atenção para peças com mais de 30 kg: o drywall consegue suportar bancadas de pedra ou grandes TVs com a distribuição da carga em reforços, como mostra o desenho acima. Eles podem ser de madeira seca e tratada em autoclave (com 22 mm de espessura) ou de chapa de aço galvanizado (com 0,95 mm de espessura). Sua colocação se dá entre os montantes metálicos, cujo espaçamento é elaborado de acordo com o projeto.

7. Que tipos de buchas, ganchos e parafusos usar?

Existem tipos específicos de buchas, ganchos e parafusos, segundo o peso da peça.

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– 10 kg: bucha de expansão, fixada na placa.

– 18 kg: modelo basculante, instalado nos perfis.

– 30 kg: exige reforço na parede.

 

8. Como são feitos os reparos?

Ainda que a tarefa pareça simples, os fabricantes recomendam contratar um profissional especializado.

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Trincas e fissuras: comece limpando a área a ser recuperada e aplique massa específica para juntas. Em seguida, coloque a fita de papel microperfurado, pressionando com uma espátula. Passe outra camada de massa e espere secar. Com a superfície lisa e uniforme, já é possível lixar e pintar.

Buracos pequenos: limpe o local e preencha o furo com massa adesiva MAP utilizando uma espátula pequena. Deixe secar. Se necessário, repita o processo até o defeito ficar imperceptível. Depois de seca a superfície, sinal verde para lixar e pintar.

Buracos grandes: normalmente, surgem quando se retira uma parte da placa para acessar as tubulações. Por dentro da área exposta, parafuse pedaços de perfis metálicos. O trecho novo deve ser fixado neles. Aplique massa para tratamento de juntas na superfície, além de fita de papel com a espátula e mais massa. Lixe e pinte.

9. Como instalar drywall em áreas úmidas?

Banheiro, cozinha e lavanderia podem, sim, receber o material, desde que adotados os painéis verdes, principalmente nas paredes da tubulação e do chuveiro. O boxe, o piso e a faixa de 15 cm junto ao chão demandam impermeabilização com manta asfáltica ou polimérica. Isso serve para qualquer método construtivo. Caso ocorram vazamentos, a troca dos canos atingidos é uma tarefa rápida e com pouca sujeira, ao contrário do que ocorre em paredes de alvenaria. Na área afetada, abre-se um recorte na chapa com um serrote. Depois do conserto, coloca-se uma nova placa e se tratam as juntas. Por fim, secagem e acabamento.

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Proteção extra

Apesar de mais resistentes à água, as placas verdes devem ser cobertas de revestimentos (cerâmica, pastilha, porcelanato), instalados com argamassa colante flexível e rejunte (a ser refeito sempre que apresentar irregularidades). Não é preciso instalar chapa verde no forro, já que a Standard (branca) se mostra suficiente. Em locais sujeitos ao vapor (boxe de banheiros), ela pede tinta antimofo.

Fonte: site casa.com.br

 


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Vantagens das paredes de Drywall

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Quando você pensa em parede, certamente logo vem à mente uma superfície robusta, rígida e resistente, feita de tijolos ou blocos, assentados com massa de cimento, conhecida como alvenaria.

No entanto, nos novos empreendimentos imobiliários é comum encontrar paredes de drywall, um sistema industrializado de paredes internas, composto por estrutura de aço galvanizado e chapas de gesso acartonado aparafusadas em ambos os lados.

Principais vantagens

Para atender as exigências das normas de desempenho, incluindo resistência a fogo, o sistema drywall foi testado e ensaiado em laboratórios competentes, como o Instituto de Pesquisa Tecnológica (IPT). Além disso, antes de virar a parede de casa, ele ainda passa por um rígido controle de qualidade, para garantir medidas precisas e acabamentos perfeitos. O que não acontece com a parede convencional, cujo sucesso depende não só da qualidade dos elementos utilizados, mas também da habilidade da mão de obra.

As reformas com o drywall são mais simples, basta desmontar o sistema e descartá-lo, conforme as recomendações da Associação Drywall. O mesmo pode-se dizer sobre a manutenção ou atualização das instalações de casa, como elétrica, hidráulica ou telefonia, por exemplo. Rasga-se apenas a parte em questão, que depois é rapidamente reconstituída por meio de um remendo. Em comparação, qualquer obra de alvenaria demora mais por causa das várias etapas, e gera entre 5% e 10% a mais de entulho.

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Pela sua própria composição, o sistema também é mais leve que a parede tradicional. Imagine que para cada dez caminhões de alvenaria, são necessários apenas um de drywall. Com isso, a estrutura também acaba sendo menos robusta e mais barata. Além dessas vantagens, as paredes de drywall são mais finas, racionalizando o projeto de arquitetura. A cada 100 m² consegue-se ganhar em torno de 5m² em área, o equivalente a dez metros de armários embutidos.

Quanto aos acabamentos, são os mesmos utilizados nas paredes tradicionais: pintura, textura, papel de parede, laminado, cerâmica e azulejo. A diferença é que a superfície já vem pronta para recebê-los.

Para assegurar a durabilidade do sistema, a manutenção das paredes e das instalações hidráulicas necessita cuidado. A limpeza de manchas na superfície pode ser feita com os mesmos produtos usados no sistema convencional. Já os jatos de água ou vapor, utilizados na alvenaria, devem ser evitados, pois podem causar danos ao drywall. O mesmo vale para as infiltrações: conserte rapidamente o encanamento danificado para não comprometer o sistema.

Fonte:www.mulher.uol.com.br


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Tipos de forros e suas aplicações

FORRO-METALICO

Para escolher entre o forro que mais de adeque às necessidades da sua casa, escritório, comércio ou indústria é preciso primeiro conhecer os diversos tipos de forros, fabricados com materiais diferente e suas recomendações de aplicações. Segue abaixo breve explicação de cada tipo de forro e suas aplicações

FIBRA-MENERALO forro em Fibra Mineral é modulado, removível e com excelente performance acústica – tanto na absorção quanto na atenuação de ruídos. Possui características térmicas e variadas opções de espessuras, modulações, texturas e bordas.
 


FORRO-ACARTONADOO forro de gesso acartonado monolítico é constituído em chapas fixadas através de perfis e estruturas de fixação ocultas. Este tipo de forro permite projetos arquitetônicos com sancas e curvas, de acordo com as necessidades.
O forro de gesso acartonado modulado é removível e constituído em placas com película vinílica (aplicada na face aparente), o que permite fácil limpeza. Este material é muito utilizado em corredores hospitalares, laboratórios e áreas úmidas.

 


O forro em lã mineral é produzido em lã de vidro, possui alta performance acústica (absorção) e térmica, além de opções de espessura, modulações, texturas e bordas.


FORRO-METALICOO forro metálico pode ser produzido em aço ou alumínio – lineares ou em placas. Possuem diversas opções de cores e perfurações, permitindo projetos arquitetônicos de alto nível.

 

 


forro-de-isopor-5O forro de isopor  isola o calor ou o frio do lado de fora da construção e mantém o interior com temperatura fresca, são fáceis de carregar, pesam menos na estrutura da obra, facilita as instalações elétricas e tubulações, além disso não absorve água, facilita na montagem e transporte, também na colocação e no processo de concretagem, sendo assim, agiliza o tempo da obra, melhor desempenho em comparação as de cerâmica

 

 


FORRO-PVC-9Por fim, o forro de PVC pode ser produzido em placas modulares ou réguas com opção de larguras e cores, tendo como grande destaque a facilidade na limpeza.
 


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A empresa Elegancy Forros disponibiliza todos esses tipos de forração e oferece serviços de mão de obra especializada em instalação e montagem.

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