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Gesso Acartonado: Usos e Vantagens

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Gesso Acartonado – Drywall

O gesso acartonado é uma placa produzida a partir do gesso e do papel cartão. Possui resistência à compressão e à maleabilidade, oferecendo, também, praticidade, rapidez e versatilidade na elaboração e execução dos projetos, assim como proporciona poucos resíduos ao final da instalação.

Suas características permitem uma grande diversidade de usos e um ótimo resultado estético: há superfícies lisas e texturizadas, as emendas são homogêneas e permitem um bom acabamento.

 

Paredes internas de uma casa – Fonte: Design Milla Blogspot

 

Onde pode ser Utilizado?

O gesso acartonado vem sendo muito utilizado pelos profissionais da engenhariaarquitetura e interiores. Conheça os usos mais comuns:

  • Como parede, substituindo as de alvenaria.
  • Criação de divisórias
  • Criação de painéis
  • Execução de projetos de forro (teto rebaixado e sancas), que consequentemente estão ligados à execução de projetos luminotécnicos.
  • Fabricação de móveis
 

Além de todas estas formas de utilização, o gesso acartonado também permite receber pregos e parafusos, podendo ser cortado, inclusive em formas curvas. (Saiba mais sobre gesso acartonado e suas diferentes possibilidades de uso – paredes, forros e móveis lendo: Gesso Acartonado – Resistência Mecânica

 

Vantagens

O gesso acartonado traz muitas vantagens tanto para construir, reformar, como para decorar:

 

Obra

  • Em alguns casos é possível reduzir o custo da obra ao utilizar o gesso acartonado
  • É um material leve, rápido e fácil de ser instalado
  • Adaptável a diversos tipos estrutura: aço, concreto ou madeira
  • Permite a redução de cargas nas fundações e estruturas: quando utilizado como paredes e forros

Instalação

  • Permite instalações elétricas, hidráulicas e de telefone no interior das paredes
  • Permite que o interior das paredes receba isolantes térmicos e acústicos. 
  • Permite instalar televisores, prateleiras e outros objetos em sua superfície.

Acabamento

  • Possibilita a criação e execução de projetos ousados
  • Aceita sobre sua superfície outros materiais de revestimento: cerâmica, pastilha de vidro, papel de parede, tecidos, tinta acrílica, tinta PVA e texturas

Desempenho

  • Elevada resistência ao fogo
  • Apresenta bom desempenho térmico e acústico (equivalente ao de uma parede de alvenaria de meio tijolo)

 

Fonte: Clique arquitetura


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Vantagens do forro acartonado

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Além de embelezar os ambientes, a aplicação de gesso nos tetos das residências e apartamentos pode ser muito útil na hora de embutir a iluminação, esconder ferragens ou mesmo disfarçar as vigas inevitáveis na construção. Segundo os especialistas, esta é uma solução bastante criativa e compensadora financeiramente.

De acordo com a maioria dos arquitetos e engenheiros, a versatilidade deste material propicia um acabamento interior elegante, maior resistência ao fogo e um bom isolamento termo-acústico.

O gesso tem se tornado um dos materiais de construção mais consumidos em todo o mundo. A vantagem deste tipo de material não é somente técnica, ele permite a criação de diversos formatos pré-moldados e permite perfeito acabamento.

Já o gesso em pó, muito empregado na construção, proporciona um excelente revestimento para paredes internas e tetos de qualquer ambiente da casa. Este tipo de utilização, substitui com inúmeras vantagens os revestimentos convencionais. Vantagens deste tipo de revestimento: rapidez e custa menor. O gesso pode perfeitamente substituir o chapisco, o emboço e o reboco de um revestimento interno. Assim, gasta-se menos com mão-de-obra e material.

Fonte: bonde


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Como escolher e fazer o projeto do forro de gesso

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O forro de gesso é o primeiro passo da reforma. Isso porque ele faz sujeira, precisa da instalação das luminárias e precisa ser pintado. Esse item da reforma pode agradar tanto os mais básicos, com um gesso liso ou como poucos detalhes, quanto os mais exuberantes, com curvas, sancas e detalhes de moldura.

Fonte: Construgesso

Fonte: Construgesso

O gesso pode ser convencional (o mais comum, mesmo sistema das molduras de gesso) ou drywall (sistema seco de gesso e muito mais prático). Ambos podem ser utilizados, mas o drywall é um pouco mais caro e muito mais prático, rápido e limpo (esse é o mesmo sistema das paredes de gesso acartonados). Os dois sistemas podem receber os mais diversos projetos de gesso liso ou sanca

Fonte: Santos&Santos

Dicas para projetar o forro de gesso e a iluminação

  • Utilize o forro para distribuir as luminárias de forma que ilumine tudo que for necessário;
  • Pense em um tipo de iluminação geral, decorativa e funcional. Sendo, por exemplo, um plafon como luz geral, leds iluminando quadros como decorativa, e pendente ou algo direcionado sobre a bancada de trabalho como iluminação funcional.
  • Peça para o gesseiro colocar negativo de 3cm ou 2cm próximo a parede. O gesso trabalha e pode rachar se estiver encostado. Além disso, o negativo facilita na hora da pintura;
  • Se você tiver 2 espaços em 1 (jantar e estar no mesmo lugar), você pode dividi-los com uma sanca em um dos ambientes ou nos dois, para criar setores;
  • Se possível contrate um profissional para projetar o gesso e a iluminação do seu lar, aprenda mais sobre forro de gesso aqui;
  • Por último, mas não menos importante, rebaixe pelo menos 15cm para termos a garantia de que todos os modelos de embutidos poderão ser utilizados.
Fonte: Mayse Mendonça

Fonte: Mayse Mendonça

E as molduras de gesso (ou rodaforros)?

Como o forro de gesso é um gasto maior do que as molduras, elas são ótimas opções para quem quer melhorar o acabamento da pintura sem expandir muito os gastos.

Existem os rodaforros que realmente são feitos de gesso, marcenaria e os que são feitos de poliuretano (aquele material parecido com o isopor). Ambos, se bem colocados, funcionarão muito bem em todos os ambientes da sua casa, eles podem ser pintados ou não dependendo de como ficou o acabamento (com exceção do rodaforro de marcenaria).

Qual tipo de gesso escolher?

Existem os mais variados. Vejam alguns estilos abaixo:

Roda-forros mais modernos:

São mais lineares, mais retos, não possuem curvas ou arabescos. Veja abaixo:

Exemplos de rodaforro moderno

Roda-forros clássicos:

Mais rebuscados e elaborados são ideais para as pessoas que não largam mão da classe. Elas também são utilizadas em volta das luminárias centrais. Veja alguns exemplos:

Roda-forros simples:

Apesar de eu estar chamando de rodaforros simples, eles também são muito bonitos, possuem um bom custo x benefício e se adaptam muito bem em qualquer tipo de ambiente. Estou chamando assim apenas porque eles são os mais fáceis de ser encontrados.

Exemplos de molduras simplesFonte: quem casa quer casa


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Cortineiro de gesso

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Quando você opta por usar uma cortina de trilho, ou uma persiana  pode notar que na parte superior da cortina, onde ela se encaixa no trilho, fica faltando acabamento, não traz um aspecto visual harmonioso. Há algum tempo atrás era bem comum o uso de “caixinhas” de madeira para esconder esta emenda, mas hoje o mais indicado para o acabamento é o cortineiro de gesso, ele pode ser utilizado embutido no teto ou sobreposto.

O forro de gesso pode ter muito mais utilidade do que você imagina. Pensado em conjunto com essa técnica, o cortineiro de gesso é capaz de criar um acabamento perfeito na sua cortina e deixar o ambiente ainda mais bonito.

Esse recurso é muito usado para esconder imperfeições e apresenta três modelos diferentes. Conheça e veja qual deles se encaixa melhor na sua casa.

Embutido

O cortineiro aproveita o gesso já construído e a cortina é instalada entre a parede e o forro (veja na foto). É um modelo mais moderno e pode ser utilizado também em uma sanca aberta. Se for iluminado, fica ainda mais charmoso e aconchegante!

Side view of bedroom interior design with unmade bed and window with curtains and city view. 3D Rendering

Sobreposto

Essa versão utiliza uma moldura de gesso abaixo do forro e, por isso, o cortineiro fica aparente, mas esconde o trilho da cortina e fica lindo! É bom ressaltar que a peça usada para a moldura pode ser lisa ou desenhada. Essa última opção oferece uma elegância a mais ao cortineiro.

O melhor é que esse modelo pode servir também para ambientes sem forro. Basta fixar o cortineiro no teto!

Interior of empty room with window. 3d render.

Iluminado

Se o cortineiro for embutido, você pode optar por incluir também uma iluminação. O mais bacana é que as luzes tiram proveito da cortina, que passa a refletir e distribuir a luz.

Essa iluminação pode ser mais intensa para dar suporte às luzes do ambiente ou mais leve para criar um efeito moderno e acolhedor.

Para lembrar

Antes de começar a construção do seu cortineiro de gesso, atente-se para algumas informações importantes. O ideal é que ele acompanhe o tamanho da janela e da cortina. No caso do modelo embutido, é preciso que o espaço entre o cortineiro e a janela seja de 15 a 20 centímetros, de modo a permitir que uma mão alcance o trilho da cortina na hora da instalação e manutenção.

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Drywall: entenda como funciona

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São inúmeros os atributos desta tecnologia de construção, que não usa água na obra. Dentro de casa, praticamente tudo pode ser criado com drywall

Quer dividir um ambiente sem perder espaço? Precisa de uma solução para isolar o barulho dos vizinhos, embutir a iluminação no teto sem grandes reformas ou montar uma estante para a TV? Esses configuram apenas alguns exemplos da versatilidade do drywall. Maleável, ele embasa trabalhos arrojados, com recortes, curvas e desníveis. O melhor: seus componentes são recicláveis, e a matéria-prima do gesso (gipsita) não gera descartes tóxicos. Trata-se de uma tecnologia limpa, que apresenta somente 5% de resíduos na obra, contra até 30% dos métodos tradicionais. Além disso, custa menos para transportar, pois é mais leve. Em relação à segurança, possui embasamento na norma técnica NBR 15.758, da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), e suas composições se encaixam em todos os níveis da norma chamada Desempenho de Edificações, a NBR 15.575. Ambas asseguram a maneira correta de uso e instalação.

Afinal, o que é drywall?

O termo define tanto as chapas com miolo de gesso e face de papel-cartão quanto o sistema, composto dessas placas fixadas em estruturas de aço. Seu trunfo está na possibilidade de criar centenas de formas, com emprego de painéis simples ou duplos, de variadas espessuras. Enchimentos de lã mineral incrementam os isolamentos acústico e térmico. Um profissional indicará a melhor saída para cada caso.

1. O que significa cada cor de drywall?

Há três tipos de chapa, que se diferenciam pelo tom da cobertura de papel-cartão. A face branca deve voltar-se sempre para o lado do acabamento:

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Verde (RU): com silicone e aditivos fungicidas misturados ao gesso, permite a aplicação em áreas úmidas (banheiro, cozinha e lavanderia).

Rosa (RF): resiste mais ao fogo por causa da presença de fibra de vidro na fórmula. Por isso, vai bem ao redor de lareiras e na bancada do cooktop.

Branco (ST): é a variedade mais básica (Standard), amplamente empregada em forros e paredes de ambientes secos.

2. O que existe no interior de uma parede de drywall?

Saiba o que existe no interior de uma parede retilínea composta de chapas duplas.

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3. Quais os tipos de instalação?

Fixação do forro: os painéis específicos para o teto são parafusados na estrutura de aço, e o forro fica suspenso por tirantes sob a laje (ou presos no telhado). Isso ajuda a absorver os movimentos naturais da construção, o que evita trincas.

Painéis prontos: lançamento recente, já vem com revestimento (cartão melamínico ou de PVC em vários padrões ou cores), que dispensa a etapa de acabamento

Parede sobre parede: essa técnica nivela superfícies originalmente tortas e aumenta o conforto termoacústico do ambiente. Perfis são instalados sobre apoios fixos na alvenaria com massa de colagem, espaçados a cada 12 cm. A espessura mínima é de 3,5 cm.

4. Como é instalado o drywall?

Em apenas um dia de trabalho, dois especialistas dão conta de erguer cerca de 30 m².

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– Estrutura de base: primeiro, colocam-se guias metálicas no piso e no teto. Elas sustentarão os montantes verticais de aço galvanizado (distantes até 60 cm uns dos outros). As chapas são parafusadas nesses perfis.

– Cobertura das divisões: a seguir, faz-se o tratamento das juntas – região mais suscetível a fissuras. Por isso, aplicam-se nesses pontos massa e fitas específcas, duas vezes. O objetivo é deixar a superfície totalmente plana.

– Finalização caprichada: como a massa talvez retraia com a secagem, espera-se um dia antes de partir para o acabamento, que pode ser pintura, cerâmica, madeira… Se a junta estiver funda, melhor repetir a dose. Caso contrário, basta lixar.

5. O que são acessórios de fixação?

São peças desenhadas especialmente para esse método. A rede distribuidora informa qual modelo usarem cada caso.

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6. Qual é o limite de peso que o drywall aguenta?

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Qualquer objeto de até 10 kg pode se prender diretamente na chapa de drywall. Até 18 kg, a instalação ocorre nos perfis. Acima disso, deve-se adicionar um reforço ou distribuir a carga. Atenção para peças com mais de 30 kg: o drywall consegue suportar bancadas de pedra ou grandes TVs com a distribuição da carga em reforços, como mostra o desenho acima. Eles podem ser de madeira seca e tratada em autoclave (com 22 mm de espessura) ou de chapa de aço galvanizado (com 0,95 mm de espessura). Sua colocação se dá entre os montantes metálicos, cujo espaçamento é elaborado de acordo com o projeto.

7. Que tipos de buchas, ganchos e parafusos usar?

Existem tipos específicos de buchas, ganchos e parafusos, segundo o peso da peça.

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– 10 kg: bucha de expansão, fixada na placa.

– 18 kg: modelo basculante, instalado nos perfis.

– 30 kg: exige reforço na parede.

 

8. Como são feitos os reparos?

Ainda que a tarefa pareça simples, os fabricantes recomendam contratar um profissional especializado.

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Trincas e fissuras: comece limpando a área a ser recuperada e aplique massa específica para juntas. Em seguida, coloque a fita de papel microperfurado, pressionando com uma espátula. Passe outra camada de massa e espere secar. Com a superfície lisa e uniforme, já é possível lixar e pintar.

Buracos pequenos: limpe o local e preencha o furo com massa adesiva MAP utilizando uma espátula pequena. Deixe secar. Se necessário, repita o processo até o defeito ficar imperceptível. Depois de seca a superfície, sinal verde para lixar e pintar.

Buracos grandes: normalmente, surgem quando se retira uma parte da placa para acessar as tubulações. Por dentro da área exposta, parafuse pedaços de perfis metálicos. O trecho novo deve ser fixado neles. Aplique massa para tratamento de juntas na superfície, além de fita de papel com a espátula e mais massa. Lixe e pinte.

9. Como instalar drywall em áreas úmidas?

Banheiro, cozinha e lavanderia podem, sim, receber o material, desde que adotados os painéis verdes, principalmente nas paredes da tubulação e do chuveiro. O boxe, o piso e a faixa de 15 cm junto ao chão demandam impermeabilização com manta asfáltica ou polimérica. Isso serve para qualquer método construtivo. Caso ocorram vazamentos, a troca dos canos atingidos é uma tarefa rápida e com pouca sujeira, ao contrário do que ocorre em paredes de alvenaria. Na área afetada, abre-se um recorte na chapa com um serrote. Depois do conserto, coloca-se uma nova placa e se tratam as juntas. Por fim, secagem e acabamento.

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Proteção extra

Apesar de mais resistentes à água, as placas verdes devem ser cobertas de revestimentos (cerâmica, pastilha, porcelanato), instalados com argamassa colante flexível e rejunte (a ser refeito sempre que apresentar irregularidades). Não é preciso instalar chapa verde no forro, já que a Standard (branca) se mostra suficiente. Em locais sujeitos ao vapor (boxe de banheiros), ela pede tinta antimofo.

Fonte: site casa.com.br

 


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Forro de gesso

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Recurso bastante usado por arquitetos, o forro de gesso funciona como um curinga em reformas. Escondem vigas indesejadas e imperfeições das lajes, além de oferecer flexibilidade no projeto de iluminação, permitindo tanto distribuir uniformemente luminárias quanto localizá-las nos pontos necessários.

Também auxilia na acústica – podendo ser usadas placas especiais ou placas de gesso duplas, aplicadas junto a outros materiais isolantes, como fibra mineral (em mantas ou ensacadas) -, e no conforto térmico, se associada a outros fatores determinantes, como insolação e ventilação. Existe tecnologia para fazer forros curvos, removíveis e que auxiliam na redução de odores, melhorando a qualidade do ar. Estes tipos de chapas são mais raramente usados em residências.

O forro de gesso acartonado é uma chapa produzida industrialmente, composta por gesso e alguns aditivos envoltos por papel especial. O papel dá rigidez ao conjunto e impede a formação de trincas e o amarelecimento, comum nas placas de gesso maciças ainda usadas, porém, com tecnologia ultrapassada. Sua fixação ao teto é rápida e seca, feita por perfis e tirantes, mas gera muito pó de gesso na finalização.

Para o encontro do forro com a parede existem alguns tipos de soluções, como:
– Tabica: peça pronta metálica ou de gesso
– Moldura: de gesso ou poliuretano
– Sanca: elemento saliente ou com reentrância
– Cortineiro – espécie de sanca que esconde o trilho da cortina nos casos de parede com janelas

A altura do forro ao piso deve ser proporcional e respeitar o conceito do ambiente, podendo variar a partir de 2,50 m para áreas de longa permanência. Em banheiros, a medida mínima pode ser 2,30 m.
Quando o projeto de iluminação previr luminárias embutidas muito grandes, fique atento aos perfis de fixação que podem coincidir com essas peças. Alturas de luminárias também devem ser observadas para que caibam no entreforro.

Para a execução do serviço, procure empresa especializada e prefira que seja executado com o imóvel vazio. Se tiver mobiliário no local, embale-os muito bem, a poeira é das piores de ser removidas.

Fonte: Correio do Estado


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Iluminação e forro de gesso

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Um dos pontos mais importantes da decoração de interiores, a iluminação pode ser muito valorizada quando utilizamos o forro de gesso. Ele permite o uso de diversas alternativas às tradicionais luminárias do tipo spot, que são instaladas diretamente na laje.

Com o forro de gesso, o uso de luminárias embutidas deixa o ambiente mais clean e moderno. Além disso, o gesso possibilita uma melhor distribuição de pontos de luz. Esses pontos podem ser adequados à disposição dos móveis e destacar móveis e objetos, além de valorizar revestimentos.

Sancas invertidas em forro de gesso

Outro bom exemplo é o uso de sancas invertidas. Nesse caso, fitas de led ficam escondidas no forro e criam uma luz geral. Essa luz garante o aconchego e valoriza as paredes.

Rebaixos no forro de gesso

Uma outra ideia interessante é o uso de rebaixos no gesso com lâmpadas embutidas. O rebaixo proporcionado pelo forro permite a criação de nichos, onde se instalam fileiras de lâmpadas. Muito usadas em cozinhas e áreas gourmet, essa solução proporciona uma luz geral e que não distorce a cor dos alimentos.

 

Separamos algumas fotos para inspirar a sua decoração com gesso e luminárias:

Fonte: http://lilianazenaro.com.br

Fotos: divulgação/internet


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Molduras de gesso dão versatilidade a projetos de iluminação

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Em tetos rebaixados ou desenhos alternativos, recurso permite usar luzes embutidas de diversos modos

As molduras de gesso, também conhecidas como sancas, têm sido muito usadas pelos arquitetos por abrirem inúmeras possibilidades ao uso de luzes embutidas. Engana-se quem imagina que esse recurso é restrito a ambientes com pé-direito alto. Pode ser usado mesmo em cômodos que tenham a altura mínima exigida pelas normas brasileiras (2,5 m em áreas sociais e 2,3 m para banheiros).

 

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As molduras de gesso, também chamadas de sanca, são comuns em cômodos com pé-direito alto, mas podem ser usados também em lugares com teto baixo

O modo mais comum de usar o material é rebaixando o teto, dispondo as lâmpadas de acordo com o projeto de iluminação. A moldura de gesso pode assumir diferentes desenhos–regulares, mais comuns, ou arredondados e irregulares.

O mais adequado é deixar um espaço de 15 cm entre o forro e a sanca, o necessário para que a iluminação possa ser instalada – esse trabalho é mais fácil quando o pé-direito é maior, mas pode ser feito em outras situações.

O gesso rebaixado – mais encontrado nas áreas sociais, como sala, varanda e corredor – pode ficar no centro do teto ou encostado a uma ou até às quatro paredes do cômodo.

Uma alternativa é fazer uma estrutura embutida no forro, ou, pelo menos, que dê essa impressão. É o caso do rasgo no gesso ou sanca invertida, presente em áreas como cozinhas e banheiros. A diferença em relação à técnica convencional é que todo o teto é feito de gesso e deixa-se um espaço central que imita uma claraboia (o tal “rasgo”), de 15 cm de profundidade. Nessa abertura são instaladas duas fitas de LED que oferecem luz indireta e forte, a mais apropriada para esse tipo de ambiente.

cedgesso3Além disso, o gesso pode ser usado para fazer um cortineiro iluminado: o trilho da cortina é escondido por uma “saia” de gesso com iluminação de LED embutida. Isso evita que o tecido pegue fogo e oferece durabilidade ao projeto de iluminação. A iluminação da cortina dá um quê etéreo ao cômodo. O recurso vai bem em todos os ambientes, embora seja mais presente em salas e varandas.

Os tipos de gesso também devem ser levados em conta. Há dois: o gesso acartonado, de instalação mais fácil e rápida, mas um pouco mais caro, e o gesso de plaquinha, mais barato e mais fácil de nivelar

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Fonte: site terra

foto divulgação/internet

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Conheça diferenças entre drywall e alvenaria e saiba quando usar cada técnica

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Os processos de construção e reforma da casa estão cada vez mais práticos e econômicos. Além do método tradicional de alvenaria, com tijolos e blocos de concreto, é possível realizar grandes reformas por meio da técnica de gesso acartonado, mais conhecida como drywall

1. Drywall

Reprodução

Reprodução

Esta técnica consiste em construções com placas de gesso que se encaixam por meio de uma estrutura metálica. Além de ser um tipo de obra prática e limpa, pois não utiliza argamassa, areia ou cimento, o drywall confere mais espaço em cômodos menores.

Por possuir uma espessura menor em comparação com os blocos de alvenaria, é uma boa alternativa para compor divisórias internas, promovendo um ganho de aproximadamente 5% de área útil, conferindo mais espaço ao ambiente.

Ao optar pelo método drywall, o especialista adverte sobre a importância da mão de obra especializada, caso contrário, a estrutura da parede pode ser comprometida.
2. Alvenaria

Reprodução

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O método de alvenaria é realizado com tijolos ou blocos de concreto assentados com argamassa, recebendo o reboco após a estrutura pronta. Por possuir diversas etapas que demandam tempo de secagem, a técnica de alvenaria é mais demorada e gera uma quantidade de resíduos maior em comparação com as paredes de gesso.

Crédito: Site Bonde
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Forro acartonado

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O gesso acartonado chegou ao mercado brasileiro já há algum tempo e tem feito um sucesso pela sua praticidade e limpeza no canteiro de obras. Ele é um sistema construtivo a seco que utiliza chapas de gesso acartonado fixadas sobre estruturas metálicas. O material é utilizado na parte interna da construção. Mas será que é um bom negócio trocar a alvenaria pelo gesso acartonado?

As vantagens são tentadoras quando se trata de estética e praticidade. As paredes de gesso acartonado podem ter qualquer forma e receber qualquer tipo de acabamento, além de serem resistentes ao fogo e mais baratas do que as convencionais. Uma outra vantagem é que as instalações elétricas, hidráulicas e telefônicas são executadas e testadas durante a construção das paredes, evitando a reabertura das mesmas, o que resultaria em desperdício de materiais e mão-de-obra.

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